sexta-feira, 24 de abril de 2009

Amor efêmero

Eu sou..
Nada que você queira.
Tudo que você deseja.
O que voce odeia.
O que voce almeja.

Você ama.
Chama
Minha chama
E, ao final, sempre caímos na lama.

Do esquecimento,
Do tormento,
do lamento.

Mas, acima de tudo, voce ainda me quer.
Tudo o que sou. Tudo o que você não é.

2 comentários:

Anônimo disse...

Seja lá pra quem for, vcs definitivamente foram não feitos um para o não-outro.

Assim como o sentido deste poema, os paradoxos são sempre sub-compreensíveis.

b
j

Lex disse...

clap clap clap

:)